CENTAURO: um dia NÓS ACONTECEMOS... NA PAIXAO, NO PRAZER, NA VIDA, NA MORTE.




Escrito por van às 10h26
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




(VÍDEO ACIMA: o mito da caverna de Platão.)

Déjà vu, MATRIX:QUAL É A REALIDADE?!

Déjà vu  é usualmente pensado como uma impressão de já ter visto ou experimentado algo antes, que aparentemente está a ser experimentado pela primeira vez. Se assumimos que a experiência é na verdade uma recordação, então o déjà vu ocorre provavelmente porque uma experiência original não foi completamente codificada. Nesse caso parece provável que a situação presente dispare a recordação de um fragmento do passado que se baseia numa experiência real mas de que temos apenas uma memória vaga. A experiência pode ser perturbadora, principalmente se a memória está tão fragmentada que não há conexões fortes entre esse fragmento e outras memórias ou nenhuma conexão consciente pode ser feita entre a situação actual e a memória implicita.

Ou seja, a sensação de já ter estado lá é muitas vezes devida ao facto de lá ter estado, mas ter esquecido a experiência original porque não prestou atenção na experiência original. A experiência original pode ter ocorrido apenas alguns minutos ou segundos antes. Por outro lado, a experiência de déjà vu pode ser devida a ter visto imagens ou ouvido relatos vivos muitos anos antes, como no caso de Virginia Tighe.  Essas experiências podem ser parte de uma fraca recordação de infância, erradamente acreditada como tendo ocorrido numa vida passada só porque "sabe" que não ocorreu nesta vida.

Finalmente, é possivel que a sensação que tem seja disparada por acção neuroquimica no cérebro que não está ligada a nenhuma experiência do passado. Sente-se estranho e associa a sensação com já ter experimentado isso antes, mesmo se a experiência é completamente nova. Ou seja, déjà vu (já visto em francês) pode não envolver um falso reconhecimento de algo que que já se viu antes.

O termo foi aplicado pela primeira vez por Emile Boirac (1851-1917), um homem com forte interesse em fenómenos psiquicos. O termo de Boirac dirige a nossa atenção para o passado. Contudo, uma pequena reflexão revela que o que é unico no déjà vu não é algo no passado mas algo no presente, nomeadamente, a estranha sensação que temos quando experimentamos o déjà vu. Temos muitas vezes experiências em que a novidade não é clara que nos levam a levantar questões como, Já li este livro? Isto é um episódio que já vi o mês passado? Este lugar é-me familiar, será que já cá estive? Mas isto não é acompanhado de sensações estranhas. Podemos sentir-nos confundidos, mas a sensação associada a déjà vu não é de confusão mas de estranheza. Não há nada de estranho acerca de não nos lembrarmos se já leu um livro antes se tem cinquenta anos e já leu milhares de livros. Quando isso acontece não se sente estranho. Mas com o déjà vu sentimo-nos estranhos porque não pensamos que devamos sentir-nos familiares a essa percepção. 

Portanto, é possivel que a tentativa de explicar o déjà vu em termos de memória perdida, inatenção, vidas passadas, clarividência, etc, possa ser completamente errada. Deviamos falar da sensação de déjà vu. Essa sensação pode ser causada por um estado do cérebro, por factores neuroquimicos durante a percepção. A sensação de déjà vu é comum entre pacientes psiquiátricos. Tambem precede ataques de epilepsia do lóbulo temporal. E, em 1955, quando Wilder Penfield fez a sua famosa experiência na qual estimulava electricamente lóbulos temporais, encontrou um bom numero de experiências de déjà vu.

A QUESTÃO ENTAO É...

QUE É POSSÍVEL,TRAZERMOS EM NOSSO CODIGO GENE´TICO AS LEMBRANÇAS PASSADAS E ASSIM NOS PARECENDO UMA MISTICA DA ENCARNAÇAO OU DE ETERNIDADE! NADA MAIS SENDO,A MEMORIA DE GERAÇOES QUE ESTÁ IMPRESSA EM NÓS(COMO DIRIA Jung)memoria coletiva! O que vivemos fica eyternizado na memoria das celulas e as celulas elas se perpetuam na hereditariadade dos corpos e seja do sangue,nervos ou do cerebro.desde da memoria primitiva(está vicvamnas incubada,silenciosa(podendo sempre despertar)nos atos ou como fora de expressao de arte:do pensamento.O cerebro é um orgao esponja(tudo absorve e seleciona,nada apaga :armazena e guarda.Sendo assim,minhas lembras Deja vu,serão verdades guardadas em minh celula,apenas isto(nada de místico,divno)são informaçoes culturais alo longo da evoluçao humana.Hipotese!Mas,se o cerbro ainda está em desenvolvimento,de certo,abrirá portais  para outras sensaçoes.Vijar no tempo,não será uma viagem fisica mas sim mental(seja:dimensionar percepçoes de espaço-tempo e assim poder interpreta-las(!).Mas...especular sobre opoder do cerebros agir de forma poderosa sobre o corpo fisico e poder transforma-lo? Exemplo dos yoguis:lvitar,caminhar sobre as águas,voar sem as asas,(hoje dizem so possivl as viagens psiquico sensorial)No entanto,quem sabe se acontecerá as viagens  poor tele-transporte?  O que percebo é a possibilidade real do cerebro guardar as informaçoes evolutivas,geneticas.Ha casos na medicina que prova isto:gente que nasce com rabo(lembrança genetica de que um dia tivemos rabo);a lenda dos lobisomem:caso de gente que nasce com o copo coberto por pelos como se fosse um animal  de pelos! Explicaçao:as céluas acordam e torna prsente no corpo o que fomos no passado.Possivel.Ainda vem muita coisa por aí! (VAN)


Links

Cecil Adams sobre déjà vu
 
Alcock, James E. Science and Supernature : a Critical Appraisal of Parapsychology (Buffalo, N.Y.: Prometheus Books, 1990).

Alcock, James. "Déjà Vu", in The Encyclopedia of the Paranormal editada por Gordon Stein (Buffalo, N.Y.: Prometheus Books, 1996). 

Reed, Graham. The Psychology of Anomalous Experience: A Cognitive Approach (Amherst, N.Y.: Prometheus, 1988).  

Schacter, Daniel L. Searching for Memory - the brain, the mind, and the past (New York: Basic Books, 1996), pp. 172-173.  [Nota: este excelente livro sobre memória não faz menção a déjà vu, talvez porque afinal déjà vu nada tem a ver com memória.] 



Escrito por van às 10h25
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




Interface e interação.O CUPUTADOR E SUA FUNÇÃO.

O fenômeno da manipulação de imagens

Ao longo dos anos 90, a função cultural do computador foi mudando. Antes uma ferramenta, agora um meio: um veículo de informações. Já não nos damos conta de que há cerca de dez anos o computador ainda era pensado como a simulação de uma máquina de escrever, um quadro de desenhos, uma prancheta de arquitetura ou design.

No fundo, estamos interagindo não apenas com uma máquina, mas com formas culturais codificadas digitalmente. Tais interfaces consistem basicamente em metáforas utilizadas para contextualizar e organizar os dados no computador, seja na forma de ícones, hipertexto, metonímias ou outras formas de associação. É a interface que sugere interatividade -pela intuição, pelo reconhecimento cognitivo, por aproximação.

Pois as interfaces existentes ainda são pobres. Interações via teclas “datilográficas” ou cliques em mouses constituem pontos de contato muito limitados entre homem e computador.

Uma relação como essa sugere que os milhões de anos gastos na evolução perceptiva sejam desprezados e que nossas facilidades com a linguagem expressiva sejam ignoradas. O desenvolvimento das interfaces deveria levar em conta o poder da linguagem, incluindo aí as conexões poéticas, os valores culturais e a subjetividade.

A interatividade que de fato interessa é quase sempre resultado de um processo físico, sensorial e/ou gestual. Sistemas em que o próprio computador ativa mecanismos situados em ambientes e espaços físicos remotos são cada vez mais comuns no dia-a-dia (um exemplo imediato são os medidores de velocidade que gerenciam câmeras fotográficas e ativam o envio de multas). Mas como quase todo hardware, estes são produzidos para alguma indústria, quase nunca para a produção de arte.

As perspectivas imagináveis para uma situação envolvendo imagens e público podem potencializar experiências multisensoriais. Voltamos aos aspectos que revelam a novidade das performances envolvendo “live-images”. Grupos, como o feitoamãos/FAQ, estão cada vez mais interessados em situações em que todos os sentidos são mobillizados.

Essa participação coletiva, o potencial das tecnologias interativas e a experimentação com a interface, possibilitam questionar as relações entre os sentidos e distribuir os papéis (entre emissor/receptor, entre espectador passivo e ativo) novamente. O predomínio do olho na organização do mundo visível, apenas um exemplo, pode vir a ser radicalmente questionado. Outras formas de contato, outras sensibilidades tendem a ser estandardizadas.

Experiências envolvendo vibrações sub-sônicas, superfícies hapticas (como o trabalho “Haptic Wall”, de Rejane Cantoni e Daniela Kutschat, apresentado no Sonar Sound), bem como odores, informações subliminares (algumas perversas, como determinados anúncios invasivos, cada vez mais presentes em festas e clubes noturnos) vêm explorando conexões e formas complementares de potencialização de nosso aparelho sensorial.

Enquanto isso há algo que se apresenta como paradoxal: as novas interfaces que vislumbramos pela frente viabilizam manipulações tipicamente analógicas. Uma invenção considerada genial, como o “Final Scratch” > wrt_note() 4, carrega um sentido de anacronismo muito grande. Por mais que todos procurem formas de interatividade para fora do computador (o termo “out-of-the-box” é outra denominação impregnada de uma tendência generalizada) é curioso observar que o VJ hoje queira adotar técnicas associadas a uma pickup.

Passeando por apresentações de “live-images”, por listas de discussão ou por sites de referência à cultura dos “audiovisualizers” (“visualizadores de áudio”), como Vjcentral, Audiovisualizers, Vjing, VJBR), vemos crescer o que pode ser chamado de interfaces de simulação, algo observável tanto nas interfaces físicas como nas interfaces gráficas (graphics user interfaces - GUI).

Como mencionado anteriormente, essas referências são notadamente culturais e por isso mesmo baseiam-se sobretudo na apropriação de técnicas pré-existentes. Esse fenômeno se caracteriza menos pelo desafio de se buscar novas linguagens a partir de novas tecnologias do que pelo emprego de novas técnicas para a reprodução de procedimentos analógicos, de um contexto pré-digital.

Isso talvez reflita a tese de que qualquer tecnologia, seja ela sofisticada ou não, sempre emprega qualidades anacrônicas, baseadas em mídias anteriores. Não sem razão, Lev Manovich (1998) justifica que computadores são máquinas de simulação e nada mais natural que eles simulem outras mídias, mais antigas ou não.

- Esse artigo é uma atualização e uma revisão de um texto publicado em 2003 em “Redes Sensoriais: Arte, Ciência, Tecnologia”, organizado por Katia Maciel e Andre Parente (Rio de Janeiro: Contra Capa ). Ele dá continuidade ao ensaio “A era do ready made digital”, publicado nesta revista e acessível no “link-se”, no final.

Por Lucas Bambozzi

FONTE TRÓPICOS: http://p.php.uol.com.br/tropico/html/textos/2555,1.shl



Escrito por van às 13h26
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]






Escrito por van às 21h20
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




PANDORA (1)

MEU amado robô! (O admirável mundo novo só está começando!)

OU...QUALQUER FORMA DE AMAR VALE APENA?! Esta reportagem (saiu no Le Mond (?),creio.Revela um futuro mundo no mínimo bizarro! Aliás,a humanidade é bizarra,portanto o que transcrevo não será chocante na concepção de mundo futuro que estamos á construir com nossa consciência de consumidores ou não.O fato é que algo de estranho virá:quais as causas disso?O cara  da entrevista:cientistas e corporações,já confirmam  e como senhores das vidas ou das transformações ,investem capital e conhecimento para a alegria futura dos usuários. Isto demonstra que a era do amor está morrendo;humanos viram objetos ,números de produção e consumo nas relações de trabalho e  amorosas...nossa,o bicho pega mesmo. Mas como toda moeda tem suas duas faces....pode ser que uma delas nos traga uma certa redenção(!!!).Qual será o preço??leiam e descubram! Faz a gente pensar.JUREI que não escreveria mais textos longos.Mas!...me pareceu tão surrealista.

A mor para a vida toda com um robô sexual
> subtitulo = 'Bonecos sexuais existem desde sempre, mas estão ficando cada vez mais espertos. David Levy, especialista em inteligência artificial, vê um futuro no qual as pessoas irão preferir os robôs aos humanos. Eles oferecerão melhor sexo e melhor relacionamento, diz'; if (subtitulo.length > 2) { document.write (''+subtitulo+'
') }; Bonecos sexuais existem desde sempre, mas estão ficando cada vez mais espertos. David Levy, especialista em inteligência artificial, vê um futuro no qual as pessoas irão preferir os robôs aos humanos. Eles oferecerão melhor sexo e melhor relacionamento, diz:
Andy, cujas medidas são 101, 56 e 86 cm, tem o que muitos homens querem em uma mulher: "Paciência ilimitada". Ao menos é isso que promete a fabricante, First Androids, baseada em Neumarkt, perto de Nuremberg, no sul da Alemanha. Andy também vem com opcionais, inclusive um "sistema de felação, com níveis ajustáveis", um "pulso tangível", "moção do quadril em rotação" e um "sistema de aquecimento com controles ajustáveis" para aumentar a temperatura do corpo.
"Exceto pelos pés -que continuam frios, como na vida real", diz David Levy. O interesse do cientista britânico em Andy é puramente acadêmico, insiste. Para Levy, sua boneca sexual de alta tecnologia é um arauto de uma nova ordem mundial.
Levy é especialista em inteligência artificial. Ele é fascinado pela idéia de "amor e sexo com robôs", e suas visões de futuro incluem robôs masculinos e femininos como amantes e parceiros. Campeão de xadrez e presidente da Associação Internacional de Jogos de Computador, Levy, 62, acaba de publicar um livro, "Love and Sex with Robots: The Evolution of Human-Robot Relationships" (amor e sexo com robôs: a evolução dos relacionamentos entre humanos e robôs) -que é provocativo no verdadeiro sentido da palavra. Ele está convencido que os seres humanos farão sexo com robôs um dia. Eles vão nos mostrar práticas sexuais que nem imaginávamos existir. Vamos amá-los e respeitá-los e confiaremos a eles nossos mais íntimos segredos. Tudo isso, diz Levy, será realidade em 40 anos.

"O próprio conceito de parceiro artificial, marido, mulher, amigo ou amante desafia a noção de relacionamento da maior parte das pessoas no início do século 21,", diz Levy. "Mas minha tese é a seguinte: os robôs serão enormemente atraentes para os humanos como companheiros, por causa de seus muitos talentos, sentidos e capacidades." Com o rápido desenvolvimento da tecnologia, Levy acredita que é apenas uma questão de tempo antes das máquinas poderem oferecer traços humanos. De acordo com Levy, "amor e sexo com robôs em grande escala são inevitáveis".
A idéia de amor envolvendo andróides não é exatamente nova. Na mitologia grega, o escultor Pygmalino faz uma estátua de marfim de sua mulher ideal. Ele reza para a deusa do amor Afrodite para trazer vida à estátua, que ele chamou de Galatea. Afrodite concorda em ajudá-lo e, quando Pygmalion beija Galatea, ela devolve o beijo e os dois se casam.
A mesma coisa pode logo estar acontecendo com robôs. Levy já vê sinais de 'robofilia' nascente em toda parte. De acordo com Levy, o apelo do cão robô da Sony, Aibo, e de Furby, brinquedo que parece uma bola de pelo com apêndices e um circuito de computador interno, mostram o potencial da tecnologia de servir como espelho das emoções humanas. "Hoje em dia, é relativamente comum as pessoas desenvolverem fortes ligações emocionais com seus bichos de estimação virtuais, inclusive robóticos", diz Levy. "Então, por que se surpreender quando as pessoas formarem apegos igualmente fortes com pessoas virtuais, com robôs?"

Mesmo os computadores simples exercem uma atração quase mágica para algumas pessoas. A dedicatória do livro de Levy diz: "Para Anthony, estudante do MIT que tentou ter namoradas, mas descobriu que preferia relacionamentos com computadores. E para todos os outros 'Anthonys' do passado, presente e futuro, dos dois sexos." O que os viciados em computador dirão quando puderem brincar com computadores que se movem, falam e parecem ser pessoas e possivelmente até com emoções?
No que diz respeito ao sexo, os robôs podem em breve suplantar a experiência original de carne e osso, diz Levy. O pesquisador mergulhou fundo na história da máquina erótica para documentar a suscetibilidade do Homo sapiens aos brinquedos sexuais mecânicos. Ele descobriu evidências de vibradores movidos por mecanismos de relógio ou a vapor. Levy descreve uma máquina de masturbação para mulheres movida a pedal, desenhada em 1926 por engenheiros na cidade alemã de Leipzig. Em uma antologia pornográfica do século 17 do Japão, o autor leu sobre um "travesseiro de viagem libidinoso". A vulva artificial, chamada de "azumagata" (mulher substituta) em japonês, era feita de casco de tartaruga e tinha um buraco forrado de cetim....

2-Em suas viagens pelo globo, os marinheiros holandeses compartilhavam suas camas com bonecas de couro costuradas a mão, o que explica porque os japoneses hoje se referem às bonecas sexuais como "esposas holandesas" -apesar da versão atual não ser mais de couro. A empresa japonesa Orient Industry vende bonecas femininas que são réplicas quase perfeitas de jovens japonesas -desde a ponta do cabelo até a consistência da pele. O sucesso da empresa baseia-se em um modelo anterior chamado de "Antarctica", uma boneca que os cientistas costumavam levar para a estação de pesquisa do Japão Showa, para aquecerem-se durante o longo inverno antártico.
A empresa americana RealDoll, líder do mercado em bonecas sexuais, vende os modelos "Leah" e "Stephanie" por US$ 6.500 (cerca de R$ 12.000) cada. Os clientes podem encomendar as bonecas com busto de tamanho 30AA até 34F. Cada boneca vem com três "portais de prazer". Outro modelo, "Charlie", vem até com um pênis de vários tamanhos, assim como "entrada anal" opcional.
Serão simples brinquedos eróticos para uma rapidinha ocasional? De forma alguma, diz Hideo Tsuchiya, presidente da Orient Industry. "Uma esposa holandesa não é meramente uma objeto", insiste. "Ela pode ser uma amante insubstituível, que fornece uma sensação de cura emocional."
.....
-Levy tem opinião similar. Mas será que os robôs vão se parecer tanto com os humanos nas próximas décadas que serão equivalentes ou até melhores que os amantes humanos?
Imitar a aparência humana parece ser o menor dos desafios. Há dois anos, o especialista japonês Hiroshi Ishiguro revelou seu robô "Repliee Q1". O estranho nome engana. A criação de Ishiguro pode facilmente se passar como a primeira mulher robótica da história. Graças a 42 ativadores movidos por ar comprimido, ela pode "virar e reagir de forma parecida com os humanos", diz Levy. "Repliee Q1 pode piscar, parece respirar, move as mãos como uma pessoa e responde ao toque", diz entusiasmado.
Muito mais difícil que os traços externos, entretanto, será o desafio de criar algo parecido com uma alma. Os maiores obstáculos são alguns dos comportamentos mais fundamentais do homem. Os sensores robóticos atuais, por exemplo, não são capazes de distinguir de forma confiável entre as pessoas, diz Levy. Ele admite que, se um robô não conseguir reconhecer seu parceiro, ou o confundir com outra pessoa, o relacionamento será facilmente arruinado.
Ainda assim, Levy prevê que os avanços virão rapidamente. Para Levy, imbuir robôs com traços tão humanos quanto empatia, humor, compreensão e amor é meramente uma questão de tecnologia. A empatia, por exemplo, é "uma questão essencialmente de aprendizado", diz ele e portanto "relativamente fácil de instalar em robôs". Só o que a máquina precisa fazer é observar seu parceiro, fazer deduções inteligentes sobre os pensamentos do parceiro e reagir de acordo.
3-Levy vê um futuro no qual a inteligência artificial permitirá aos robôs se comportarem como se tivessem atravessado todo o espectro da experiência humana, sem de fato ser o caso. Ele cita as emoções como exemplo. "Se um robô se comporta como se estivesse sentimentos, podemos razoavelmente argumentar que não tem? Se as emoções artificiais de um robô o levam a dizer coisas como 'eu te amo', certamente devemos estar dispostos a aceitar essas declarações, desde que os outros comportamentos do robô as corroborem."
levy vê vantagens em companheiros artificiais sobre parceiros humanos. A infidelidade, as mudanças de humor, o mau gosto, a falta de higiene, a obsessão com futebol - todas essas dificuldades de relacionamento seriam jogadas no lixo da história. Os parceiros robóticos seriam até imortais. Levy imagina que o usuário poderá arquivar toda a personalidade de seus andróides em discos rígidos. Se um robô for destruído, será fácil encomendar um novo.

E o sexo! Sempre disposto, nunca desapontado, adeus dores de cabeça -e com as fantasias mais sujas disponíveis para download. Um robô poderia ser programado para oferecer "posições e técnicas sexuais de todo o mundo" ou colocado em "modo de ensino para um aprendiz sexual", diz Levy. Tudo, desde as dimensões da vagina e do pênis, cheiro do corpo até a barba, pode ter opções disponíveis.

"Imagine um mundo no qual os robôs são (quase) como nós", diz Levy. "O efeito na sociedade será enorme". Ele também aborda as questões potenciais éticas e morais após a grande invasão robótica. Será antiético emprestar robôs sexuais aos amigos, por exemplo, ou "usar o robô sexual de um amigo sem contar para ele"? Será permitido enganar andróides? O que os maridos farão quando as mulheres disserem: "Esta noite não, amor, vou fazer com o robô?"

Levy está convencido que as mulheres, em particular, após as dúvidas iniciais, vão apreciar os robôs como alternativa para seus maridos suados. O fato de seu apetite sexual freqüentemente ir além do desempenho medíocre de muitos homens reflete-se nas "incríveis vendas" de vibradores, diz Levy.

E os homens? Bem, quanto a eles, todo esse barulho sobre inteligência artificial é energia desperdiçada. Eles estão dispostos a "fazerem sexo com bonecas infláveis", diz Henrik Christensen, coordenador da Rede de Pesquisa de Robótica Européia. Será fácil fazer algo melhor. "Qualquer coisa que se mova será uma melhora."

Bethge Philip .Tradução: Deborah Weinberg

 

UM DIA  ...

Aí está! Olhando pelo lado social(mais que o lado privativo;cada UM usa o seu corpo como quer e faz amor como quer ..);a questão é social também.Os Robôs invadirão o mundo do trabalho,tirando mais e mais empregos. Isto provocará mudanças estruturais sérias....

O que será também do futuro trabalhador?os ROBOS irão substituí-los(tempo livre para o lazer?Num mundo capitalista ou explorador,a mão de obra será  sempre barata e aumentarão os  lucros;(robô não fará greve!)O ser humano que se dane!) Assim acontece com a mecanização no campo:vários trabalhadores rurais foram dispensados:a máquina faz o trabalho   de 5,10,20 deles!Talvez a população da humanidade caia pela metade do que é hoje:nao se precisará mais de tanta mão de obra!talvez as máquinas-robôs façam a revolução que os homens não souberam:humanizando mais o mundo ainda que á moda dos robôs!(Isto dá uma ficção científica e tanta!).amores entre máquina-robos e humanos :novas leis de casamento? já vejo os puritanos aos berros,a igreja aos berros;gente saindo do armário robótico(rs...);robôs sendo perseguidos e discriminados e pior: os humanos que se apaixonarem por eles, discriminados!loucura!!!EITA MUNDAÔ LOUCO!!!!)E a roda ...gira....

É BOM LEMBRAR QUE O PODER DAS CORPORAÇOES9AS QUE INVENTAM)O NOSSO CONFORTO IMPOE A SUA MORAL,NECESSIDADES ,ANGUSTIAS,EMPREGOS E DESEMPREGOS AS NOSSAS VIDAS! A FINALIDADE DELAS É O LUCRO PARA ELES EM NOME DO BEM ESTAR GERAL,MAS SABEMOS QUe CONSUMIMOs UM MONTE DE BUGINGANGAS(FEITO ÍNDIO QUE ERA SEDUZIDO POR ESPELHOS E MIÇANGAS! )Olha,não falo só dos plásticos vagbundos Made In CHINA:1,99);DIFERENTE,NÓS?Nao muito! ,POR AGORA,o mundo do futuro  dá UMA BELA DE UMA FICÇÃO FUTURISTA COM DIREITO A SEXO ROBOTICO,AMOR E TRAIÇÃO.  CARAMBA,JÁ VI E LI ISTO ANTES!(Quem quiser ótimas leituras sobre ficção robóticas leiam Izaac Azimov  que já  rendeu o filme::Eu,RobÔ .Ps:farei poemas  robóticos(rrss...)sério! Será que poderão fazer poesia ,um dia?!!

:VIDEO ABAIXO: EVA,ROBO FEMININO.



Escrito por van às 21h17
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]






Escrito por van às 21h11
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




 

(SERIE APOCALÍPTICOS) POEMAS

 

 (vídeo abaixo,vendo entenderá bem o poema)

Não estou aqui para explicar...talvez..confundir o que não se explica:a vida.)

/////

 

GUERRAS (4)

Eu as vi !Guerras! brotarem com antecedência nos seios das mães e dos testículos dos pais.

Estavam lá desde a aurora do tempo.

Formas de arpão a caçar o outro nas selvas dos confrontos.

Piras em holocaustos brilham sobre a terra escura como milhões de estrelas fatais no céu.

Ardem fogueiras ditas santas,chamas consomem carnes ou carnes são devoradas pelos vermes em monturos de lixo.

Quem somos?raça de feras simpáticas?Quem somos? crentes em deuses sacrificados e que pedem sacrifícios?Quem somos?

    -Somos  a

irmandade demente em febril apego as dores que nos atiça a luta e nos derrota no horror dos templos lavados em sangue.

Amamos a nós e a nossa ferocidade recitando livros santos!

Dos ventres das mulheres os filhos são gerados para a morte.Dos testículos dos pais a morte ali já habita como honrosa matança ao próximo que jaz sob as macieiras que em tempos de colher frutos eu os amaria.

Sob a porta o bilhete da amada,do amado...e um estranho que bate a porta trazendo flores  que poderia amenizar o medo do outro.

Inventamos almas para acreditarmos em nós.

Inventam-se guerras sem esquecer que podemos inventar a cordialidade.

Mas a hora é fatal...é de assombros e gemidos..de pais parindo mortos.

////////

FATAL (3)

Rolam coisas grandes ,pequenas e sórdidas coisas.

A alma é como ovo de serpente:sabemos o que sairá!

A alama é como ovo de águia:sabemos o que sairá!

Todo sonho se confere pesadelos de construção.

O fogo é eterno, a alma canta e urra enquanto se consome.

Diante dos nossos olhos cheios e vazios de delírios o sol  brilha tanto quanto a alma.

Sabemos:Do fogo brotou vidas e dele brilha e consome-a!

E diante dos nossos ollhos irá se extinguindo como fósforo queimado,num alvorecer melancólico e trágico de nós...

Somos Obra da danação!

Ao  lado dos deuses...nós ,a chama ,a fragilmente: dançaremos e cairemos mortos ao seu lado como amantes despossuidos de paixão..

Bailarinos cansados depois de uma festa orgíaca. Que  nos faz viver e morrer por todos os séculos dos séculos.

///////////..

(nada contra  se querem copiar o s textos e poemas,só peço o direito dos créditos.a autora).



Escrito por van às 13h02
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




 

 

(SERIE APOCALÍPTICOS) POEMAS

SERAFIM (1)

(deus olha para o outro lado,enquanto os homens perdem a alma)

 

E deus fez o tempo e o mundo se fez.

Sopros desiguais sobre a poeira.

Não há consolo majestoso na miséria,apenas há uma diabólica organização das vidas.

Calmarias?! Só np céu dos deuses.Na Terra é sempre inferno.

O Serafim irá levar relatórios  das hostes terrena e dirá que a ordem segue o seu inevitável curso dos malditos.

Lá fora será sempre aqui dentro das almas,

Mas a alma ficou cega e segue sem tato,sem olfato o seu curso de louca.

O sonho dos homens é tenebroso;

O sonho dos deuses é insano.

E assim a alma carrega-se a si e ao corpo como um burro de carga desgastado  gemendo sob a chibata,o peso da existência e das dores inventadas.

////////

(video abaixo...vendo entenderá bem o poema)



Escrito por van às 15h09
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]






Escrito por van às 15h01
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]






Escrito por van às 13h10
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




ELITES DA OPRESSÃO!UMA REALIDADE SURREAL.

Vídeo:o encouraçado potemkim.

 

Vivemos ainda a idade dos horrores! Vendo o filme de Serguei Eiseinten(1925),russo: O Encouraçado Potemkim,percebemos e podemos fazer uma analogia com a questão da violência social,febril,avassaladora que continua(não precisamos explicar a Historia passada(as colônias) e a presente(a invasão dos EUA ao Iraque).A violencia social-politica na Arfica,Ásia,América latina,Oriente Médio continua . Com a gueda do muro de Berlim,onde as ideologias caíram ,permaneceu a luta de classes gerada pelo fator da economia capitalista globalizante,que segue devorando tudo a sua volta como objetos,(coisas) econômicos. Assim,entre a violência do Estado:política,temos a violência econômica e social que vitimisa a grande maioria dos países e do planeta num sistema de exclusão humana. A analogia fica por conta do filme Tropa de Elite que repete(denuncia)os mesmos traços,ranços de crueldade do Estado(excluídor);ouvimos os urros primatas do passado diante de uma elite que se acha superior fingindo ser nobre,aristocrática,mas cruel.no seu desrespeito social as leis de ordem e justiça para todos.Hoje temos uma elite burguesa,intelectual ,cruel.Os Cossacos(polícia pessoal do czar) é a Tropa de Elite do filme brasileiro que assume a defesa da aristocracia burguesa,assim como era o capataz,o capitão do mato na época das colônias ou dos impérios.

A violência urbana é fruto do descaso social,falta política de educação,emprego e atenção aos mais fracos,pobres que sem recursos e abandonados procuram os grandes centros e isto inchando as cidades e virando favelas centro de aglomeração(entulho humano)(sem urbanização)favorecendo as “leis” paralelas que mandam e agem de forma violenta tanto como o Estado  na manutenção da ordem  ou como da sua ausência(por isso,violento).

Tropa de Elite ou Cossacos ou capataz é tudo fruto de uma cultura de exclusão e preconceito e indiferença.Os militares-politicos da ditadura tiveram 20 anos para organizar com mão de ferro a sociedade(aproveitando isso )pra diminuir as desigualdades sociais,investir no homem rural,na educação e habitação.Nada disso fizeram(era uma ditadura de direita que priorizava o capital e não o social),sendo assim, as migalhas do bolo econômico não chegavam aos bens sociais!(e hoje,a mesma cultura num presidente dito socialista,impera:exclusão e esmola social que gera a violência pois nada muda de fato como infra -estrutura social).O nível de corrupção no Estado é visível hoje, era pouco visível no passado.<as  as mentiras,o jogo,manipulação,roubos não diferem em nada. O povo,se quieto recebe esmola sócial:cesta básica;mas se revoltosos ,recebem chumbo e a matança fica instituída(pois os crimes  de classe não são investigados seriamente)Isto é uma perversão histórica que não cessa.Do totalitarismo  político ou da opressão econômica,a situação de opressão e exclusão se repete de forma sistemática, e se impõe a ordem não pela reforma social mas pela violência policial feita pelas baionetas,balas e chicotes. Ainda padeceremos desse mal por décadas ;em pleno século 21,era dos avanços tecnológicos,mas não do avanço das almas ou pelo senso humanitário  da justiça social.

Centuriões,Cossacos,capitão do Mato:Tropas de ELITE! Eufemismo para dizer:acabem com os indesejados!os indesejados geralmente são os pobres e que são serviçais da Elite.

O filme brasileiro desmascara,na realidade brutal de agente policial,como a luta é insana,desigual e que parece não ter remédio,pois falta vontade,interesse político de mudar.falta decisão de reformas profundas nas leis que privilegiam os ricos e pune os pobres de forma violenta(gerando ódios reais).Corrupção,terror,impunidade,hipocrisia é explosivo para a violência e o caos(onde manda quem tem mais força de fogo e dinheiro).Ser um paladino da justiça e ,neste cenário brutal e cínico é lutar contra moinhos de vento.A Elite que Governa é burra,cruel. Um caldeirão de ódios vai vitimizar culpados e inocentes sem distinção de classes. Afinal  o policial é o povo fardado(pensem nisso!).Amanhã eles não obedecerão a ninguém,a não ser aos seus próprios interesses(já estão fazendo...)

..............

 



Escrito por van às 12h57
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




 

E DO SONHADOR E DO SONHO  (2)

 (...). A sugestão de que entrando em um estado de transe ou de sonhos o inconsciente do artista é revelado de um modo puro e sem filtros hoje nos parece ingênua. O fato de que os produtos “espontâneos” que Breton e seus colegas produziram tomaram a forma de imagens poéticas altamente evoluídas, inconcebíveis sem um conhecimento extensivo de técnica literária e história, pode sugerir que os estados nos quais eles penetraram dificilmente eram livres da sugestão consciente.

Se concentrando nas fontes de inspiração da arte, Breton freqüentemente esquece que uma obra de arte é o produto da relação complexa entre o espontâneo/intuitivo e o concebido racionalmente, na qual nenhum dos lados pode ser negligenciado.(...)

 

UM SONHO ESTRANHO.

 

DUAS MOEDAS ROLARAM DOS TEUS OLHOS,ASSIM FAZIA O SONHO ACONTECER.

Duas rosas abriram-se num sorriso   fantasma.Dois olhos caçadores beijavam a luz do trovão, eram os meus olhos que eu ali da janela  via.Duas botas sem pernas corriam atrás dos sapatos femininos,também sem pernas.Um batalhão de sombras marchavam sobre uma estrada de vidro ou seria de espelho? Um gato relinchou feito um cavalo. Dos braços amantes duas cobras saíram e me enlaçaram. Corri como um louco perseguido por um policial anão.Beijei os seios de mulher gorda e me afoguei em seu leite. O céu então escureceu de aves negras e vozes solenes trovejaram um cântico magistral como uma apoteose de Deus.Anjos ou demônios alados?Do meu ventre saiam borboletas e da minha boca flores.                  (van)

 

-(quem sabe explicar e decifrar os sonhos?faça-o!)


Movies: Un

Vídeo:CAO ANDALUZ,de Bunuel,Dali e Picasso.Uma viagem surrealista num filme experimental de 1930.lUma viagem pelo incosciente.Imgens  insólitas ...

 

Clipe chien andalou(Luis Buñuel, Salvador Dali/1929), L´Age d´Or (Luis Buñuel/1930), Le sang d'un poète (Jean Cocteau/1930)

 

Vídeo.

Escrito por van às 12h47
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]






Escrito por van às 12h42
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




Do sonho ao sonhador(1)

Nenhuma obra de arte séria é realizada sem o elemento da surpresa, e que pode ser encorajado, de material emanando das profundezas interiores, que chega à superfície somente sob condições definidas, momentos nos quais “uma chama bem delicada ilumina ou completa o significado da vida como nada mais consegue fazer”.Breton celebra com beleza essas condições: “Ainda hoje conto apenas com o que vem da minha abertura, de minha ânsia de vagar à procura de tudo, que me mantém em comunicação misteriosa com outros seres abertos, como se nós fossemos repentinamente chamados a nos unir”.[31]BRETON.

Breton não era meramente um teórico, ele era um poeta.

 

 

AS VEZES ENTRAMOS EM COLAPSO!

A chave caiu? Acende  o faro! Cansaço chegou? Acende o farol. Dúvidas bateu?Acende o farol.Escuridão chegou? Acende o farol.Coração disparou?acende o faro!

iluminar o caminho pode ser um ato simples e...dificil! Digo para mim sempre isso.Entao...acendo o FAROL...(metáfora)das escolhas. Buscar o outro lado do espelho é perturbardor.Os sonhos podem ser .. terrível ou...estranhamente  reveladores.

TENZONE

Será que as aceitarão ?
          (i.é., estas canções).
como tímida fêmea perseguida por centauros
          (ou por centuriões),
Elas já vão fugindo, urrando de terror.

Ficarão comovidos pelas verossimilitudes ?
           Sua estupidez é virgem, é inviolável.
Eu vos imploro, meus críticos amistosos,
Não saiais por aí procurando-me um público.

Deito-me com quem é livre em cima dos penhascos;
             os recessos ocultos
Já têm ouvido o eco de meus calcanhares
             na frescura da luz
      

       e na escuridão.

Enraz Pound.(tradução de Mário Faustino)

Vídeo:The Blood of Aplle:00:57.de david prince 39.

Video :O  Filme experimental de Jean Coctau.

 



Escrito por van às 15h38
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]






Escrito por van às 15h33
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]


[ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]


 
Histórico
Outros sites
  UOL - O melhor conteúdo
  BOL - E-mail grátis
Votação
  Dê uma nota para meu blog